segunda-feira, 1 de junho de 2015

Por que que baixam as plaquetas?

Por que baixam as plaquetas Sara Viega Passo a passo Dificuldade Fácil 14 comentários 707 votos Por que baixam as plaquetas As plaquetas são responsáveis pela correta coagulação do nosso sangue, permitindo que ele circule sempre de forma adequada pelo nosso corpo, coagulando quando é preciso parar uma hemorragia e prevenindo ao mesmo tempo a formação de coágulos desnecessários, que possam tampar artérias importantes. Um nível normal de plaquetas varia entre 150.000 e 450.000, mas esta contagem pode ser reduzida por causa de determinadas doenças, colocando em risco a nossa saúde. Por que baixam as plaquetas? Em umComo.com.br explicamos-lhe isto detalhadamente. Instruções O descenso anormal de plaquetas é conhecido em medicina como trombocitopenia. Esta condição pode produzir um sangramento anormal e, em casos bem mais graves, quando as plaquetas atingem um nível inferior a 10.000 por milímetro cúbico, desencadear hemorragias internas que podem pôr em risco a vida do paciente. O primeiro passo para evitar que isto ocorra é fazer uma consulta com um hematologista se tivermos uma contagem baixa de plaquetas, pois é importante descobrir a causa desta condição. Uma das causas mais comuns de plaquetas baixas nos países com clima tropical, chuvas abundantes e propensão às águas paradas é a infecção causada pela Dengue. Outras doenças bacterianas ou infecciosas como o HIV também podem produzir uma contagem baixa de plaquetas. A deficiência de vitamina B12 ou de ácido fólico é uma das razões frequentes pelas quais as plaquetas baixam. Nestes casos basta realizar uma alteração na alimentação e hábitos do paciente para elevar a contagem até um nível normal. Doenças como a anemia aplástica, a cirrose hepática, a mielodisplasia ou a leucemia fazem com que a medula óssea não produza plaquetas suficientes, levando a um descenso em sua contagem e fazendo com que o paciente sofra de trombocitopenia. Alguns tratamentos médicos, como é o caso da quimioterapia, também fazem com que as plaquetas baixem. Aqueles que sofrem de determinados transtornos são também propensos a ter plaquetas baixas já que estas são descompostas no baço ou no fígado. Pacientes com trombocitopenia imune ou não imune produzida por medicamentos, púrpura trombocitopênica imune ou trombótica ou coagulação intravascular disseminada, por exemplo, apresentam um nível baixo de plaquetas. Aumentar o número de plaquetas é possível, mas os resultados dependerão da origem do descenso, algo que é indispensável saber para agir de forma adequada. Nos casos de doenças bacterianas ou infecciosas, o tratamento específico em cada caso fará com que aumentem os níveis de plaquetas para eliminar a trombocitopenia. Se o problema for uma deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico devem ser feitas as alterações adequadas na alimentação. Em casos de problemas na medula óssea, leucemia, transtornos, queda de plaquetas por causa de medicação e cirrose hepática, as indicações de um especialista, que oferecerá alternativas a depender do caso de cada paciente, deverão ser seguidas ao pé da letra. Se deseja ler mais artigos parecidos a por que baixam as plaquetas, recomendamos que entre na nossa categoria de A Saúde e o Sangue ou que se inscreva no nosso boletim de novidades.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

http://www.insite.com.br/art/pessoa/coligidas/trad/921.php

O CORVO * (de Edgar Allan Poe) Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais, E já quase adormecia, ouvi o que parecia O som de algúem que batia levemente a meus umbrais. "Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais. É só isto, e nada mais." Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro, E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais. Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais - Essa cujo nome sabem as hostes celestiais, Mas sem nome aqui jamais! Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais! Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo, "É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais; Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais. É só isto, e nada mais". E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante, "Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais; Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo, Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais, Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais. Noite, noite e nada mais. A treva enorme fitando, fiquei perdido receando, Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais. Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita, E a única palavra dita foi um nome cheio de ais - Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais. Isso só e nada mais. Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo, Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais. "Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela. Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais." Meu coração se distraía pesquisando estes sinais. "É o vento, e nada mais." Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça, Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais. Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento, Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais, Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais, Foi, pousou, e nada mais. E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura Com o solene decoro de seus ares rituais. "Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado, Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais! Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais." Disse o corvo, "Nunca mais". Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro, Inda que pouco sentido tivessem palavras tais. Mas deve ser concedido que ninguém terá havido Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais, Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais, Com o nome "Nunca mais". Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto, Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais. Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais". Disse o corvo, "Nunca mais". A alma súbito movida por frase tão bem cabida, "Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais, Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais, E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais Era este "Nunca mais". Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura, Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais; E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais, Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais, Com aquele "Nunca mais". Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo À ave que na minha alma cravava os olhos fatais, Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais, Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais, Reclinar-se-á nunca mais! Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais. "Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais, O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!" Disse o corvo, "Nunca mais". "Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta! Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais, A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo, A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais! Disse o corvo, "Nunca mais". "Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta! Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais. Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais, Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!" Disse o corvo, "Nunca mais". "Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte! Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais! Não deixes pena que ateste a mentira que disseste! Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais! Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!" Disse o corvo, "Nunca mais". E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais. Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha, E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais, Libertar-se-á... nunca mais!

http://livrosdechicoxavier.blogspot.com.br/2010/09/download-livro-nosso-lar.html

livro chico xavier- NOSSO LAR

http://www.ensinoreligioso.seed.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=70

https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20120416043507AAR44O8

http://www.mundojovem.com.br/artigos/a-vida-apos-a-morte-em-diferentes-religioes