sábado, 13 de junho de 2015
Esse vídeo serve para nos inspirar e nos da esperança,porque milagres existem
The hearted people from Hope For Paws saved the puppy's life!CC: Thanks to my friends from Hickery for recommending this video!!!Check out their awesome music app: http://www.hickery.netIt's a Music Playlist from your Facebook likes and shares!
Posted by Ellie White on Segunda, 25 de maio de 2015
Gostei muito de ter lido esse relato, da sua mulher Laura. Li todo relato dela,no seu blogger. http://www.cancerdemama.com.br/dep/deplau1.htm
segunda-feira, 8 de junho de 2015
ACHO QUE SEMPRE TIVE CANCER, MAS DE FORMA MENTAL, ME LIMITANDO TODA A MINHA VIDA, SEM NUNCA SER DIAGNOSTICADO.
BOM.....AGORA EU ACORDO E COM ELE. E AINDA ESTOU INFELIZ, SÓ QUE AGOA VEJO TUDO, COM OLHOS RESSUSCITADOS....PARECE Q PELA PRIMEIRA VEZ, A SEMENTE, HÁ SOLO, SO FALTA EU.
ACHO LINDO ESSA CARTA DO FILLMR V VENDETTA, LEIA DESPIDA DE PRECONCEITO E VESTIDA APENAS DE AMOR A VIDA
Sei que não há como convencê-la de que isto não é um truque mas não faz mal. Sou eu. Meu nome é Valerie. Não creio que viverei muito tempo e quero falar sobre a minha vida. Esta é a única biografia que eu vou escrever e faço isso em papel higiênico.
Nasci em Nottingham, em 1985. Não me lembro muito da infância, mas eu me lembro da chuva. Minha avó tinha uma fazenda e ela dizia que Deus estava na chuva. Fui aprovada no exame para o curso secundário. Na escola, conheci minha primeira namorada. Seu nome era Sarah. Foram seus pulsos. Eles eram lindos. Achei que nos amaríamos para sempre. O professor dizia que era uma fase da adolescência que superaríamos. A Sarah superou. Eu não superei.
Em 2002, eu me apaixonei por uma garota chamada Christina. Naquele ano, contei aos meu pais. Não poderia ter feito isso sem a Chris segurando minha mão. Meu pai não olhou para mim. Disse-me para ir embora e nunca mais voltar. Minha mãe não falou nada. Mas eu só contei a verdade a eles. Isso foi egoísmo demais? Nossa integridade vale tão pouco, mas é tudo o que temos. É o mais importante em nós. Mantendo nossa integridade, somos livres. Sempre soube o que queria da vida.
Em 2015, eu estrelei meu primeiro filme, As Dunas de Sal. Foi o papel mais importante da minha vida, não pela carreira, mas porque assim conheci a Ruth. Na primeira vez em que nos beijamos, eu soube que nunca mais iria querer beijar outros lábios. Nós nos mudamos para um apartamento em Londres. Ela plantou Scarlet Carsons para mim na janela e nosso apartamento sempre cheirava a rosas. Foram os melhores anos da minha vida.
Mas a guerra dos EUA foi piorando e, no fim, chegou a Londres. Depois disso, não havia mais rosas... Não para todos. O significado das palavras começou a mudar. Palavras como "colateral" e "rendição" inspiravam medo... Enquanto ganhavam força "Nórdica Chama" e "Artigos de Submissão". Lembro-me de como "diferente" virou "perigoso". Ainda não entendo por que nos odeiam tanto. Eles levaram a Ruth enquanto ela comprava comida. Nunca chorei tanto na minha vida. Não demorou para virem me buscar. Parece estranho terminar a vida em um lugar tão horrível... Mas durante três anos eu tive rosas e não pedi desculpas a ninguém. Eu morrerei aqui. Cada pedacinho do meu ser perecerá. Cada pedacinho... Menos um. O da integridade. É pequeno e frágil... E é a única coisa que vale a pena ter. Nós jamais devemos perdê-lo. Nem deixar que o tomem de nós. Espero que, quem quer que você seja, escape daqui. Espero que o mundo mude e a vida fique melhor. Mas o que mais quero é que entenda a minha mensagem...Quando falo que mesmo sem conhecer você... E mesmo que talvez jamais conheça você... Ria com você, chore com você... Ou beije você... Eu amo você. De todo o coração... Eu amo você.
- Valerie
COMO ME SINTO HOJE
“Como se recupera a sua vida antiga? Como é que se continua? Quando em seu coração, você começa a entender que não há volta... Há certas coisas que o tempo não pode concertar, alguns machucados que vão tão fundo que serão eternos.”
Frases -
http://kdfrases.com
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Por que que baixam as plaquetas?
Por que baixam as plaquetas
Sara Viega Passo a passo Dificuldade Fácil 14 comentários 707 votos
Por que baixam as plaquetas
As plaquetas são responsáveis pela correta coagulação do nosso sangue, permitindo que ele circule sempre de forma adequada pelo nosso corpo, coagulando quando é preciso parar uma hemorragia e prevenindo ao mesmo tempo a formação de coágulos desnecessários, que possam tampar artérias importantes.
Um nível normal de plaquetas varia entre 150.000 e 450.000, mas esta contagem pode ser reduzida por causa de determinadas doenças, colocando em risco a nossa saúde. Por que baixam as plaquetas? Em umComo.com.br explicamos-lhe isto detalhadamente.
Instruções
O descenso anormal de plaquetas é conhecido em medicina como trombocitopenia. Esta condição pode produzir um sangramento anormal e, em casos bem mais graves, quando as plaquetas atingem um nível inferior a 10.000 por milímetro cúbico, desencadear hemorragias internas que podem pôr em risco a vida do paciente.
O primeiro passo para evitar que isto ocorra é fazer uma consulta com um hematologista se tivermos uma contagem baixa de plaquetas, pois é importante descobrir a causa desta condição.
Uma das causas mais comuns de plaquetas baixas nos países com clima tropical, chuvas abundantes e propensão às águas paradas é a infecção causada pela Dengue. Outras doenças bacterianas ou infecciosas como o HIV também podem produzir uma contagem baixa de plaquetas.
A deficiência de vitamina B12 ou de ácido fólico é uma das razões frequentes pelas quais as plaquetas baixam. Nestes casos basta realizar uma alteração na alimentação e hábitos do paciente para elevar a contagem até um nível normal.
Doenças como a anemia aplástica, a cirrose hepática, a mielodisplasia ou a leucemia fazem com que a medula óssea não produza plaquetas suficientes, levando a um descenso em sua contagem e fazendo com que o paciente sofra de trombocitopenia.
Alguns tratamentos médicos, como é o caso da quimioterapia, também fazem com que as plaquetas baixem.
Aqueles que sofrem de determinados transtornos são também propensos a ter plaquetas baixas já que estas são descompostas no baço ou no fígado. Pacientes com trombocitopenia imune ou não imune produzida por medicamentos, púrpura trombocitopênica imune ou trombótica ou coagulação intravascular disseminada, por exemplo, apresentam um nível baixo de plaquetas.
Aumentar o número de plaquetas é possível, mas os resultados dependerão da origem do descenso, algo que é indispensável saber para agir de forma adequada. Nos casos de doenças bacterianas ou infecciosas, o tratamento específico em cada caso fará com que aumentem os níveis de plaquetas para eliminar a trombocitopenia.
Se o problema for uma deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico devem ser feitas as alterações adequadas na alimentação. Em casos de problemas na medula óssea, leucemia, transtornos, queda de plaquetas por causa de medicação e cirrose hepática, as indicações de um especialista, que oferecerá alternativas a depender do caso de cada paciente, deverão ser seguidas ao pé da letra.
Se deseja ler mais artigos parecidos a por que baixam as plaquetas, recomendamos que entre na nossa categoria de A Saúde e o Sangue ou que se inscreva no nosso boletim de novidades.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
http://www.insite.com.br/art/pessoa/coligidas/trad/921.php
O CORVO *
(de Edgar Allan Poe)
Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.
Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!
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livro chico xavier- NOSSO LAR
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